Halloween party ideas 2015


Como podemos ver pela imagem acima os nosso olhos só têm capacidade de captar e ver radiação na frequência de 10^-14 até 10^-16 (entre o vermelho e o azul respectivamente), sendo o azul a cor de maior frequência.

Todas as demais existem, e estão presentes sempre ao nosso redor, simplesmente não temos capacidade para as processar e captar com os nossos olhos humanos.

Abaixo fica uma lista dos 49 raios da fraternidade branca.

Com as respectivas cores de cada raio para que o nosso cérebro consiga holografar e sentir melhor a vibração de cada raio e seus respectivos mestres.

1º Raio - AZUL

■Virtudes - Vontade Divina, fé, felicidade, equilíbrio, paz e criação cósmica.

■Desenvolve - Iniciativa, proteção , poder , força interior, perseverança

■Pertence - Poder executivo

■Arcanjo - Miguel e Fé

■Elohim - Hércules e Amazon

■Mestres - El Morya e Míriam passando para o Lord Sírius o encargo divino.

Características nos seres não evoluídos : Voluntariedade, agressividade, desejo de dominar. Este raio tem sido utilizado, pelas forças involutivas junto da energia do vermelho, também desvirtuada, para controlar e manipular a humanidade frente a baixas vibrações. Muitos canais vibram com esta energia mediante a ação dos Mestres El Morya e Mirian, que agora Lord Sírius passa a manifestar para a atualização da nova ramificação do espectro azul dentro dos atuais 22 raios.

2º Raio - AMARELO (na tonalidade Amarelo-Dourado)

■Virtudes - Inteligência, iluminação interior, sabedoria

■Desenvolve - Sabedoria, intuição, força mental

■Pertence - Maestros e estudantes

■Arcanjo - Jofiel e Constância

■Elohim - Cassiopéia e Minerva

■Mestres - Lanto e Kwan Yin

■Características nos seres não evoluídos: Orgulho intelectual, acúmulo de informações, por parte das pessoas que empregam o mental e deixam de utilizar o cardíaco, considerando isso fraqueza. Esta relacionado ao despertar da Chama Trina nas pessoas mais sensíveis, que estão se espiritualizando.

3º Raio - ROSA

■Virtudes - Amor, pureza, beleza, opulência, coesão

■Desenvolve - Amor divino, tolerância, adoração por tudo aquilo que o cerca

■Pertence - Pacifistas e árbitros

■Arcanjo - Chamuel e Caridade

■Elohim - Orion e Angélica

■Mestres - Lady Rowena e Paulo Veronezi

■Características nos seres não evoluídos: Amor carnal, excesso de sensualidade, libertinagem, desequilíbrio psíquico. Este aspecto esta sendo equilibrado pela ação de Krishna e Mihael do 15 º raio Rosa Choque, que é uma divisão direta do 3º raios rosado.

4º RAIO - CRISTAL

■Virtudes - Ascensão, pureza, ressurreição

■Desenvolve - Artes, música, pintura

■Pertence - Artistas em geral (os mais espiritualizados)

■Arcanjo - Gabriel e Esperança

■Elohim - Claridade e Ashtréia

■Mestres - Serapys Bey e Lis

■Características nos seres não evoluídos: Vícios, boêmia, pessoas sem amor espiritual pela vida, colocam nos outros a culpa daquilo que elas não querem enxergar e não aceitam seus defeitos. O Raio Marfim Radiante de Gautama ajuda estas pessoas junto com o Cristal a restaurar o equilíbrio interno e a resolver a polaridade psíquica que essas pessoas não controlam. O Raio marfim é na realidade uma subdivisão do raio Cristal e Branco.

5º RAIO - VERDE

■Virtudes - Verdade, cura, consagração, concentração

■Desenvolve - Ciências em geral ou específicas, principalmente a medicina

■Pertence - Médicos, inventores e músicos

■Arcanjo - Mãe Maria e Raphael

■Elohim - Vista e Cyclope

■Mestres - Hilarion e Matilde

■Características nos seres não evoluídos: Ateus, de um modo geral. Isso se manifesta devido a origem do amarelo, que lhes concede elevado poder analítico de questionamento e ao azul de criação. Este importante raio esta subdividido de forma a atuar de maneira mais dinâmica neste atual processo de reintegração cristica para a humanidade presente nas múltiplas realidades da Terra e do Sistema Solar como um todo.

6º RAIO - OURO-RUBI

■Virtudes - Paz, fé interior, graça, providência, adoração

■Desenvolve - Culto devocional, serenidade e paciência

■Pertence - Sacerdotes, senadores

■Arcanjo - Uriel e Graça

■Elohim - Paz e Pacífica

■Mestres - Nada e Tudo

■Características nos seres não evoluídos: Fanáticos, religiosos, pessoas esnobes, esta energia psíquica da humanidade esta sendo explorada por grupos involutivos e por grandes mestres de luz, para direcionar as pessoas incultas e emocionalmente inocentes no atual processo de depuração energética do planeta. Uma grande batalha que Uriel e Graça transmutam diariamente unidos ao potencial de Paz e pacifica no despertar da humanidade de forma ativa dentro dos corpos sutis das humanidades presentes na Terra.

7º RAIO - VIOLETA

■Virtudes - Transmutação, misericórdia, libertação, perdão

■Desenvolve - Cultura, refinamento, diplomacia, prudência

■Pertence - Místicos, diplomatas, damas e cavalheiros

■Arcanjo - Ezequiel e Santa Ametista

■Elohim - Arcturos e Rítmica

■Mestres - Saint Germain e Pórtia (Neida - Deusa da Oportunidade)

■Características nos seres não evoluídos: Vaidade, usura. Raio de maior atuação no planeta, para transmutar e requalificar todas as energias de cura e de reintegração com o Cristo, desde o plano molecular até psíquico , emocional e mental das humanidades presentes na Terra.

8º RAIO - BRANCO

■Virtudes - Supremacia espiritual, iluminação e despertar cósmico

■Desenvolve - Ascensão, conhecimento, disciplina, mestria cósmica, proteção

■Pertence - Líderes (interligam-se diretamente ao 4º Raio)

■Distribuidor - Paulo Veneziano

■Deva - Dorniel

■Diretores - Ossok e Liberdade.

■Este Raio esta direcionado de forma a complementar todos os 22 Raios atualmente direcionados para a Terra, pois ele contem o potencial de todo o espectro de cores de Alfa & Omega, por essa razão é um ponto de encontro de todas as energias sutis de resgate planetário das orbes de luz atuantes na Terra, seja através dos Avatares, emissários encarnados e das hostes maiores de luz extraterrenas e multidimensionais.

9º RAIO - ROSA-VIOLETA

■Virtudes - Beleza, pureza, diplomacia

■Desenvolve - Transmutação física

■Pertence - Naturalistas, economistas

■Distribuidor - Zecer

■Diretores - Jerevox e Ananda

■Este raio esta relacionado com a nova codificação do GNA e toda a transmutação celular que se processa com o aumento das radiações solares, que deverão se intensificar a cada dia mais. Este Raio ajuda no processo de cristalização dos aspectos divinos de imortalidade sobre a codificação original que deve ser inserida em milhões de humanos na virada de milênio.

10º RAIO - DOURADO

■Desenvolve - Amor universal, transmutação cósmica

■Pertence - Hoste angélica e Seres extraplanetários

■Distribuidor - Oromassis

■Devas - Alvorada e Ismael

■Diretores - Oros e Chama

■Também presente de forma poderosa neste momento, foi a energia que anunciou a presença direta do complemento Mahatma para nossa humanidade, unindo-se ao aspecto Cristico e Budico da consciência Cristica Universal, que é trina unida a energia Mahatma. Uma poderosa energia de reintegração e despertar para todas as formas de vida deste Sistema Solar. O raio Dourado manifesta amor e transmutação acima dos padrões comuns que podem ser concebidos pela mente humana, mas estão inseridos dentro do poder de amar que cada ser possui, ativando a Chama Trina de cada ser. Esta transmutação complementa diretamente a Chama Violeta e sutiliza todas as energias diretamente na Fonte dos registros no corpos Causal e reabilitando essas energias frente a Presença Eu Sou de cada ser, pois o dourado ativa o poder de realinhamento geométrico de cada Elemental do universo, purificando com isso as energias cármicas, devendo ser usado em parceria com o Violeta.

11º RAIO - VIOLETA-PRATA-DOURADO

■Desenvolve - A união dos Raios gêmeos

■Pertence - Os representantes da Nova Era de Ouro

■Distribuidor - Surya

■Devas - Erniel e Gemili

■Diretores - Apolo e Diana

■Restabelece a ordem cristica das partículas presentes na Terra com a sua contraparte sideral que nem sempre necessita estar encarnada. O equilíbrio que o Raio Marfim magnetiza esta relacionado com este raio de união e de amor, pois a nova realidade terrena dentro da 5ª dimensão que em breve se manifestará para milhões de humanos da atual realidade, exige a participação da outra parte divina. O Eu Sou esta diretamente ligado a esse processo que Apolo e Diana coordenam para acelerar os processos intrínsecos de cada discípulo da luz e de toda a humanidade de forma geral.

12º RAIO - AZUL-PRATEADO

■Desenvolve - Amor universal

■Pertence - Templos diversos

■Distribuidor - Voltica Parcos

■Devas - Salatiel e Pureza

■Diretores - João e Maria

■Energia de partida para a ação do 17º prateado, pois somente com o poder do raio azul prateado é possível reestruturar as malhas magnéticas do planeta e da humanidade, permitindo assim que o GNA seja inserido pela via espiritual para as camadas mais densas de cada ser humano. Assim este raio esta ligado ao processo de despertar de uma nova realidade genética e criadora na qual a 5ª dimensão é a perspectiva de ação desta nova raça que esta sendo plasmada pelas orbes maiores.

13º RAIO - CORAL-SALMÃO

■Diretores - Hélios e Vesta

■Desenvolve - O Resgate dos Cetáceos e almas de Sírius na Terra, ajudando no plano emocional a ser restabelecido nas interações com Alfa & Omega e os outros membros da Galáxia. Muitas formas de vida presentes na egregore da Terra são de Sírius e devem se reintegrar com a Monada maior desse sistema estelar, que é importante no contexto sideral, assim como os outros.

14 º RAIO - VERDE HORTELÃ

■Diretores - Vida e Quântica

■Desenvolve - Reconstituição da biosfera, cura do ½ ambiente planetário. Este raio esta diretamente sobre a ação do 5º Raio e dos Mestres do mesmo, o que foi efetuado foi um desdobramento para permitir uma maior dinâmica na ação das energias e grupos do espectro verde. A ação de cura é muito mais abrangente do que pode ser interpretado pela mente humana, tudo que visa a harmonização do universo é um meio de cura.

15 º RAIO - ROSA CHOQUE

■Diretores - Krishna e Mihael

■Desenvolve - Sublimação da energia sexual, transmutação das energias inferiores, trata-se de uma radiação que busca reequilibrar o aspecto sagrado do ato sexual e da sua real importância na dispersão energética nos corpos superiores e sutis que cada casal ativa mediante a energia sexual. O amor é a grande chave deste raio, pois somente através do verdadeiro amor é possível a sublimação verdadeira dos instintos sexuais em amor iluminado. Estes Mestres e Deuses Criadores da estrutura arcangelica inseridos dentro da consciência global de Micah, são manifestadores deste resgate devido a sua ação na Terra com as 3 primeiras raças Raízes. A energia de ambos tem sido desvirtuada pela ignorância, eles voltaram para resgatar junto a seus antigos afilhados a verdadeira energia a ser inserida na estrutura global quanto ao potencial do sexo e das energias divinas que geram vida, o poder de gerar vida esta diretamente inserido nesse contexto junto a essas divindades maiores de puro amor Cristico e Budico que elas representam nas escalas maiores.

16º MARFIM RADIANTE

■Diretores - Sidarta Gautama

■Desenvolve - Equilíbrio da polaridade, e o caminho do ½ para a iluminação pessoal, como ele apresentou para a humanidade, este raio ativa o despertar Cristico, pois a energia Budica é um passo para a sabedoria rumo a consciência Cristica da presença Eu Sou e do Cristo Cósmico que fica logo acima do Eu Superior ou Eu SOU. Este raio é um dos que maior dispersão sofre neste momento do salto quântico, pois a humanidade conturbada e perdida dentro da polaridade tão ativa, deve se render ao amor interno e buscar as respostas dentro de sua egregore na Chama Trina, que irradia este raio mediante a sublimação com o dourado e o branco que o Eu Sou irradia constantemente para os corpos inferiores até o plano físico. O Senhor Gautama que acumula diversos cargos espirituais possui uma grande equipe de seres Budicos que sustentam a ascensão da Terra junto com as energias de Sananda e de toda a equipe espiritual da Fraternidade branca e das outras fraternidades de Luz aqui presentes. Krishna e Mihael estão diretamente atraídos e atuantes com este raio, pois para sublimar a energia sexual em amor universal deve-se empregar o potencial da energia Budica do Marfim radiante para que seus discípulos e a humanidade aprendam a se desprender das forças involutivas que utilizam o sexo como fonte de renda e fonte de massificação intelectual da humanidade de forma geral. Existe um trabalho em equipe, por parte dos 22 Raios e dos 44 Mestres e diretores para a elevação da consciência planetária como um todo.

17º RAIO - PRATEADO

■Diretor - Anjo HE

■Desenvolve - Suporte da vida na matéria, ligação com o cordão prateado planetário, este raio tem por objetivo restaurar a conexão divina do cordão prateado planetário e de todas as formas de vida nele existentes, pois é através do mesmo que o aspecto físico recebe a implantação do GNA, que esta sendo oferecido a humanidade neste momento de transição. Este anjo da cabala faz a ancoragem de uma equipe de limpeza no plano astral denso para que as energias obsessoras não interfiram mais no desenvolvimento da consciência cristica que esta sendo sustentada e ampliada pela orbe maior. Sua função e colaborar com a hierarquia do 5º Raio diretamente com Mãe Maria Rafael, Ciclope, Vista , Hilarion e Matilde na dispersão das forças iluminadas de coesão da luz de cada ser mediante o aumento do fluxo do cordão prateado de forma a potencializar as mudanças genéticas, que se revertem no aspecto mental, emocional e psíquico da humanidade, no caminho da reintegração com o cristo interno e com o salto quântico que esta sendo processado por cada um de nós nos níveis internos.

18º RAIO - VERMELHO VENEZIANO

■Diretores - Orbamal e Andebaran

■Desenvolve - Alinhamento e transmutação da Kundaline, renovação do magnetismo, esta relacionado com a renovação da estrutura emocional e despertar de consciência, ancorando as novas matrizes do GNA. Que também são enviadas pela Kundaline planetária, pois essa energia é um aspecto Cristico da Mãe Terra, que é a outra polaridade que garante a dualidade cósmica em nossa realidade física e sutil neste planeta. Este vermelho é um realinhamento dos verdadeiros valores com a consciência planetária visando um bem estar com a mãe que nos sustenta e uma interação direta com tudo o que ela gera em nossas vidas. A renovação dos valores da Kundaline é um aspecto importante no burilamento da nossa consciência rumo a reintegração com nossos irmãos estelares, pois pára a Federação e as consciência que buscam o cristo, deve-se integrar o aspecto da Kundaline como algo divino e belo, pois é a sustentação da Mãe Criadora que garante a estabilidade nesta realidade e nas que se seguem antes de voltarmos ao núcleo espacial junto com o EU Sou de cada um e integrar assim as esferas maiores das hierarquias celestes do espirito.

19º RAIO - LARANJA VULCÂNICO

■Diretores - Lamudiel e Magnetron

■Desenvolve - Cura magnética sísmica, alinhamento das placas Tectônicas e telúricas da Terra, um processo de restabelecimento das forças internas da Terra, frente as ações nucleares da humanidade, uma energia de cura planetária e de recondicionamento da consciência planetária, que por sua vez se acopla diretamente a transmutação da kundaline, unindo forças com Orbamal e Andebaran que são arquétipos do mundo dos Elohim secundários que vivenciaram processos semelhantes em milhares de mundos desta Via Láctea, juntos com seus companheiros Lamudiel e Magnetron que foi companheiro de Sandalfon em inúmeras tarefas de restauração atômica da malha temporal da Terra e de outros mundos, unem suas forças para restabelecer a ordem planetária para um novo ciclo, após o salto quântico, onde novas energias e forças gravitacionais se farão presentes, resgatando no agora eterno presente o potencial Cristico da Terra para que possa efetuar um salto harmônico sem maiores mudanças catastróficas como muitos tem vibrado. Este aspecto é importante para garantir as mudanças dentro da lei do amor universal e não pela irradiação dos aspectos emocionais da humanidade, uma purificação planetária e uma depuração de todos os Elementais do planeta estão inseridos nestes raios complementares aos antigos 12 raios.

20º RAIO - LÁPIS LÁZULI

■Diretores - El Morya e Mirian

■Desenvolve - Conexão com a Fonte na Monada pessoal, regresso ao cosmos através da nova codificação criativa que esta sendo irradiada por toda a fraternidade Sideral para este mundo, pois cada um é filho do criador, e todos tem o direito de reintegrarem ao mesmo. Os Mestres Morya e Míriam continuam atuando no 1º raio azul que se desmembrou para permitir uma maior atuação dinâmica sobre todos os aspectos a serem irradiados neste ciclo terreno. Lord Sírius que esta atuando como Chohan do 1º raio é uma contra parte direta de El Morya e Mirian, portanto para muitas pessoas nada mudou, pois a mudança só existe nos planos maiores onde se direciona uma nova proposta das radiações para o despertar da humanidade. Esta conexão é feita através da radiação cristica de cada Eu Sou via cordão prateado e dourado de cada ser e via sublimação das energias densas que cada ser humano gera no dia a dia, por essa razão é uma energia para meditação e introspeção profunda, onde poderá desvelar os véus de Maya que cada um possui em sua vida diária. Quando a energia da Monada de cada um se aprofunda dentro da intuição, existe uma conexão direta com estes mestres e revelações de importância são manifestadas no plano psíquico e emocional que passam a permear a realidade mental de cada ser, isso é ativado através das meditações contemplativas e das meditações ativas de interiorização que devem ser efetuadas para o despertar pessoal. Morya e Míriam continuam atendendo dentro do espectro azul, portanto ativem seu potencial de visualização nesta nova cor e terão novas revelações sobre seu maravilhoso trabalho junto a humanidade terrena e estelar, que vem buscar seus parentes encarnados, para leva-los de volta a seus mundos originários.

21º VERDE ÁGUA MARINHO

■Diretores - Ocean e Maria

■Desenvolve - Cura emocional, psíquica, cura das águas, despoluição telúrica magnética da barreira de freqüência planetária. Este novo raio que sempre existiu e foi desmembrado para dinamizar melhor as tarefas do 5 º raio verde, tem a frente a Mãe Maria e Ocean que é um outro aspecto divino do amado Arcanjo Rafael na transmutação direta das energias desarmônicas do elemento emocional, junto com a energia dos Elohim Ciclope e Vista, formando assim uma nova identidade que se funde com o potencial dos 4 para transmutarem e resgatar todo o aspecto da Geometria sagrada em cada molécula do planeta Terra e dos seres que nela habitam. Lembrando que o elemento água representa o aspecto emocional do planeta e nos seres humanos também,. No atual processo cíclico da humanidade este raio atua de forma poderosa para conter as revoltas e o desequilíbrio que as forças involutivas insistem e gerar e expressar sobre a humanidade e no plano astral, onde as forças são maios ativas. O trabalho deste raio esta relacionado com a Chama Violeta de transmutação de todos os planos sutis que complementam a barreira de freqüência que envolve a Terra.

22º RAIO ÍNDIGO BLUEE Metálico (Trasmugênico)

■Diretores - Shtareer e Eliha

■Desenvolve - Poder Universal em ação, energia galáctica de dispersão na mudança orbital do Sistema Solar, preparação para o salto quântico solar. Esta relacionado com a transmutação de valores psíquicos da humanidade e reúne parte de cada um dos aspectos dos raios anteriores, para que uma nova consciência cristica e de amadurecimento se manifeste de forma integra em cada ser da criação deste Sistema Solar. É uma derivação do Azul do Arcanjo Miguel, portanto esta diretamente associado a energia de criação do nosso Logos Solar que é o Arcanjo Miguel nos planos multidimensionais unindo a força de Shtareer e Eliha que já efetuaram essas funções em outras localidades de Orvotón e em outros Superuniversos. É a manifestação da vontade do Pai-Mãe universal direcionada para o nosso quadrante, ligando as energias dos Anciões dos Dias, dos Melchizedeks e do próprio Micah e Emannuel nos planos multidimensionais para as nossas realidades das 7 mondas sustentadas pela Divina Presença Eu Sou que cada ser possui por decreto divino. Este raio traz ao Sistema Solar a energia sagrada das Monadas originais de cada raça presentes no mesmo, é um retorno a fonte por parte de milhares de consciências que já estão prontas para seguirem rumo a novas diretrizes maiores da divindade que cada uma é. Ser Deus Criador em ação nas múltiplas realidade de forma consciente e onipresentes é a tarefa de muitas almas que interagem com este raio sagrado e transmutaram as energias pessoais nos outros raios anteriores e rumam a integrar os 49 raios do Sol Central de cada aspecto monadico e Cristico unido a energia Mahatma e Budica, fortalece a união com a divindade maior que cada ser possui frente a ação do ajustador de pensamento.

Incluiremos nesta parte os outros raios que completam a ação dos 49, a pedido dos mentores espirituais. Como perceberão, a maior parte destes novos raios esta voltado a Cura, empregada dentro do que desenvolvemos como Cura Quântica, maiores detalhes visite nosso endereço eletrônico ou o livro de Cura Quântica.

23º RAIO PRATA CRISTAL

■Arcanjo Diretor : Carbotron

■Distribuidor direto para a Terra: Mestre Ascensionado Dascalos.

■Desenvolve : Trabalho de Cura a nível celular e molecular, indicado para atuar nos ossos, tendões e restauração do arquétipo do cálcio, carbono, fosfatos e aminas.

■Símbolo aplicado na Cura Quântica : OM Lemyt

24º RAIO OURO LÍQUIDO

■Arcanjo Diretor : Metraton e Metatron, ambos em polaridade de amor.

■Distribuidor : Metatron junto com Sandalfon.

■Símbolo de Cura Quântica: Vantil

■Desenvolve : Aprimoramento da sabedoria para os novos códigos de conhecimento e ensinamentos que estão sendo inseridos no planeta pela hierarquia da luz, removendo o medo e a falsidade. Também empregado na reconstituição molecular a partir do novo DNA sagrado proveniente do Eu Superior de cada ser humano e de outras formas de vida.

25º RAIO ROSA RUBI PEROLADO

■Arcanjo Distribuidor: Salatiel e Agnitron

■Símbolo de Cura Quântica : Salatiel

■Desenvolve: Clareza e amor em oitavas superiores, compaixão e misericórdia, para ser integralizado dentro da consciência mais densa dos corpos inferiores, efetuando o resgate conciencial dos filhos da criação. Atuando nível atômico do sangue e campos magnéticos de todos os seres vivos, a nível vegetal, mineral e biológico. Ajuda na restauração de forma similar ao Prata Cristal de Dascalos.

26º RAIO OURO BRANCO

■Arcanjo Distribuidor : Eliha e Alcon direto da nave Estrela da Vida

■Símbolo de Cura Quântica : Om Thaloom

■Desenvolve: Energia que ajuda na remoção de implantes a nível celular de altíssima tecnologia dos Alfa Dracos e do Dragão Negro. Ele purifica as células a tal ponto que desintegra qualquer presença nefasta dentro delas. Ligado as tarefas da Confederação de sustentação do plano divino de luz e amor para todos os seres do universo.

27º RAIO ESMERALDA DOURADO

■Arcanjo Distribuidor : Magnitron ( Magnetron) e Estactron

■Símbolo da Cura Quântica : Selt, ligado ao amado Mestre Hilarion.

■Desenvolve : Ajuda e combate as doenças provocadas por radiação em todas as freqüências do espectro de energia cósmica e visível, empregado para tratamentos de câncer e males degenerativos provocados pela radiação em geral.

28º RAIO AZUL NEON LÍQUIDO

■Arcanjo Distribuidor : Acaniel e Lupuliz

■Símbolo de Cura Quântica : TETA

■Desenvolve : Potencializa o poder divino de proteção a partir da fonte una com o Eu Superior e com o Ajustador de Pensamentos, elevando assim o padrão vibracional do ser ligado a essa fonte em uma meditação ou trabalho espiritual, em especial nossos corpos sutis em tarefas de cura e ajuda ao próximo dentro de padrões vibracionais mais densos em operações de resgate.

29º RAIO ARCO ÍRIS

■Símbolo de Cura Quântica : Shamlin

■Gênios Distribuidor : Os 8 soberanos dos 4 Elementos e os Orixás em

Conjunto: Aries e Thor, Pelege e Virgo, Hélios e Vesta, Netuno e Lunara, nossos Orixás como Xango, Yansã, Oxossi, Yemanjá, Nanã, Oxalá, Ogum, Omulú , Oxum, e Yori. Esse aspecto do raio do Arco Íris esta ligado as 7 grandes forças da natureza, que ajudam no resgate universal do planeta a partir dos Devas e forças espirituais da própria essência terrestre. Ajudando a cura como um todo, tanto no aspecto dos Elementais da Terra, como em nossa cura a nível de harmonização com a Mãe Natureza e o plano espiritual. Ativando nosso padrão Cristico a partir da 7 cores primarias e fundamentais dos 7 Raios dentro do nosso corpo e alma.

30º RAIO LILÁS CHAMA DE FOGO

■Arcanjo Dist.: Ramaliel e Ratziel (Irmãos de Ezequiel e Ametista).

■Símbolo de Cura Quântica : OM Tram

■Desenvolve: Ele possui as mesmas qualidades da Sagrada Chama Violeta, no entanto este especificamente tem ajudado na transmutação de questões cármicas provenientes de outros universos e planetas, que foi entregue a nós pelo Conselho dos Anciões para ser utilizado em nossos trabalhos de resgate conciencial dos povos na Terra.

31º RAIO SAFIRO

■Arcanjo Distribuidor: Mihael Kumara

■Símbolo de Cura Quântica: Saltok

■Desenvolve: Ajuda na projeção mental para viagens Intergalácticas e projeções mentais em geral, empregado nos planos sutis em atividades extra corporais pelos discípulos de Shtareer.

32º RAIO ROSA DOURADO CINTILANTE

■Serafim Distribuidor: Krothan e Om-Krom

■Símbolo de Cura Quântica : Saleth

■Desenvolve: Ativação direta dos Portais estelares 11:11 e 12:12, este raio ajuda no resgate planetário e conciencial, separando o Joio do Trigo, nos planos espirituais, mentais, emocionais e psíquicos. Raio diretamente ligado a tutela dos Templo dos 22 raios e dos Mestres Ascensionados e Confederação Intergaláctica.

33º RAIO CRISTAL MAXIM

■Arcanjo Distribuidor: Mestre e Criador Universal SANANDA

■Símbolo de Cura Quântica : OM SANANDA

■Desenvolve: Ascensão Cósmica Universal, ancoragem da consciência Cristica universal, despertando a Chama Trina de cada filho que se conecta com a Lei do Amor ao Próximo. Raio de sustentação da própria Fraternidade Branca e de todas as almas ligadas ao propósito de amor e ajuda ao próximo por amor, seguindo os passos de Jesus Cristo e de seus predecessores e antecessores nessa linha comportamental e pratica diária em suas vidas.

34º RAIO ATOMICO CELESTE PURPURA.
Com variação p/ AZUL MINERAL também conhecido de Ultramar escuro.
(vibra de celeste para purpura dourado com filetes prateados)

■Arcanjo Distribuidor: Ancião de Dias Lynopech

■Desenvolve: Sustentação do quadro dimensional no processo de reconexão quântica com as outras realidades paralelas dentro da separação do Joio e trigo, ajudando nos processos de justiça sideral no grande julgamento.Também vem sendo usado na desprogramação da nossa barreira de freqüência ao redor da Terra e da Lua.Grande parte do Comando estelar e Ashtar vibram dentro desse raio para a desprogramação e a separação do Joio e trigo energéticos de Alma, que esta sendo sustentado pelo Conselho dos Anciões. A variação de cor entre Celeste Púrpura e um azul mais radiante, é devido a captação sensorial minha e da Carina em diferentes padrões de consciência e projeção mental, além de um forte campo de freqüências onde esse raio interage, onde muitas vezes utiliza os padrões dos raios anteriores de forma combinada para sustentar o padrão do arquétipo do raio AZUL, de onde ele é um derivado.

35º RAIO BRILHO DAS ESTRELAS

■Arcanjo distribuidor: MICANEHEL e egregore QUÂNTICA.

■Desenvolve: Acelera o processo de sutilização molecular dos nossos corpos necessários para o salto quântico estelar e planetário, harmonizando as mudanças que ocorrem dentro da nossa galáxia, em cada campo atômico dentro das freqüências eletromagnéticas que sustentam as 12 dimensões moleculares e atomísticas do universo de livre arbítrio. Esta ligado a Fraternidade Prata do Sol/Estrela de Alcyone das Plêiades, que por sua vez esta ligado ao grupo dos mestres da Fraternidade Universal . Esse raio faz uma varredura energética das ligações químicas e atomísticas nas 12 dimensões e suas realidades paralelas, onde temos em principio um aspecto de 12x7= 84 planos existenciais onde a alma se projeta junto com o Eu Sou, indo além das 49 realidades dimensionais e realidades paralelas de 7x7 que Alfa & Omega sustenta, entrando no campo vibracional da Alma x Eu Superior. Além da realidade encarnacional das 49 freqüências onde a alma esta sobre o teste da dualidade e livre arbítrio. Por esse motivo esse raio interage com muitos aspectos de transmutação. A sua cOloração real não pode ser definida dentro da nossa escala visual de cores, de forma clara, pois é mutacional e muito complexa.

36º RAIO DOURADO IGNEO FLUORESCENTE

■Arcanjo distribuidor: AGNIOM e MIRALIA

■MESTRES: VYWAMUS, TAOLATEK e MAJIX , Frat. Dourada

■Desenvolve: Ativador dos centros energéticos dentro do nosso cérebro, recuperando a capacidade cerebral a 100%, desde os corpos suprafisicos, até as freqüências do cérebro terrestre da nossa fisicalidade, com isso, temos um aprimoramento da sabedoria e uma estabilização da sabedoria e inteligência com os padrões da intuição da qual nossos cérebros suprafisicos, irradiam energia para a fisicalidade, ajudando na junção sensorial dos planos paralelos da nossa existência multidimensional. Por esse motivo ele vem ajudando na preparação do salto quântico que deveremos passar em breve, permitindo que entendamos os novos códigos do conhecimento e dos padrões sensoriais do tempo-espaço do nosso continuom dimensional e das mudanças energéticas do próprio corpo e da mediunidade. Na verdade é uma preparação para nosso futuro e nossa herança como engenheiros siderais que fomos criados espiritualmente para atuar, na reconstrução dos arquétipos da dualidade mal qualificada das nossas próprias experiências e das realidades paralelas dos outros filhos das estrelas, que também se perdera no passado.

37º RAIO VERDE ASTRALINO

■Arcanjo Distribuidor: RANIAHEL e SHINFHEL

■MESTRES: Elohim MANATIEL e ORBHAN

■Desenvolve: Restaurador das correntes eletromagnéticas que fora quebradas pela nossa agressividade sensorial e emocional, com a qual a memória celular dos nossos corpos sutis e físicos foram impregnados no decorrer de tantas encarnações com alto índice de brutalidade. Esse raio limpa e purifica nosso campo aúurico e restabelece os padrões originais do nosso corpo emocional mal qualificado no processo encarnacional e nas relações cármicas que geramos em nossa jornada estelar e terrestre. Esse Raio trabalha o arquétipo da água para restauração das linhas emocionais das moléculas e células do corpo humano e dos elementais da Terra, que também estão sendo trabalhados por esse Raio.

38º RAIO CARMIN METALIZADO

■Arcanjo distribuidor: MEGALITH

■Desenvolve: restauração das pontes de hidrogênio e seus ângulos de conexão, ajudando na restauração das moléculas e com isso uma cura acelerada, do ponto de vista molecular e quântico. Temos empregado esse raio na aplicação da cura quântica celular e atômica em diversos processos de reconstituição celular e regeneração de tecidos e órgãos afetados por decomposição ou aceleração da regeneração, o que leva a uma cura acelerada, dentro do padrão original do DNA da pessoa. Quem utilizava muito esse Raio era O mestre Dascalos, assim como os Mestres Kahunas do Hawaii.

39º RAIO VIOLETA FORTE NEON
( ULTRAVIOLETA)

■Arcanjo Distribuidor: EZEQUIEL, ZACHIEL e SANTA AMETISTA

■Desenvolve: Na verdade é o próprio poder amplificado do 7º Raio, ou seja, do Violeta. Este deve ser usado como purificador em momentos de extrema necessidade, por ser muito forte e provocar uma forte queima de miasmas e egregore3s negativas no campo aúrico e celular atômico do corpo físico e suprafisicos de uma pessoa, ou estrutura que o recebe. Ele é muito forte, podendo levar a um efeito de tontura e taquicardia em pessoas que não estejam bem centradas, por esse motivo fomos ensinados a trabalhar com o violeta, que esta dentro de um campo de atuação vibracional, suportável para as realidades de 3D, 4D e 5D, mesmo assim ele possui uma eficácia muito poderosa quando aliado de forma alternada com o violeta, junto com o dourado e verde, onde podemos fazer uma combinação com o rosado.

40º RAIO CROMO NACARADO MAXIM
amarelo escuro cintilante

■Arcanjo Distribuidor: DARIOS e SENTINELHA

■MESTRE: KUTHUMI e CLARA

■Desenvolve: Ativação do despertar das crianças da nova era, ele ativa o aspecto de ternura das crianças e insere nelas um arquétipo espiritual avatárico ligado ao projeto espiritual do resgate conciencial da humanidade. Derivado do Dourado, ele atua na sabedoria e iluminação dessas crianças, para que possam ancorar seu aspecto positivo no processo encarnacional e com isso as energias de transmutação conciencial da humanidade na atual transição vibracional e cósmica que nossas almas estão vivenciando.

41º RAIO CHAMA DE LUZ ROSA CLARINHO CINTILANTE

■Arcanjo Distribuidor: LEMUEL e SASHYA

■Desenvolve: Este raio ajuda no desenvolvimento da caridade, amor incondicional e doação, atuando também no aspecto molecular, para despertar esse tipo de sentimento nas moléculas, que por sua vez ativam na psique e no emocional da pessoa esse tipo de sentimentos e atitudes equivalentes. Te sido muito direcionado para as crianças que estão sendo trabalhadas para o despertar da Terra e ancoramento das hostes arcangelicas Avataricas encarnadas, criando assim um escudo protetor nessas crianças e em todas as que sejam trabalhadas por esse arquétipo cósmico.

42º RAIO TRANSLÚCIDO CINTILANTE

■Arcanjo Distribuidor: LOTHIEN e CAROTHIEL

■Desenvolve: Elevação da freqüência vibracional dos nossos processos de alquimia interior, nas reações químicas orgânicas, ele provoca uma elevação de freqüência e otimização do processo de oxi-redução celular e atômica, o que otimiza a alquimia interna que por sua vez ativa o potencial das outras chamas no conjunto de energias para transmutação e elevação sensorial e vibracional de cada conjunto molecular, e orgânico, que por sua vez ativa todo o conjunto corpóreo humano.Também pode ser usado nos processos de Geobiologia, da cura terrestre e na estruturação de novas freqüências de luz dos Elementais da natureza e dos gênios da natureza podendo ser utilizado com todas as freqüências dos Orixás e plano espiritual de sustentação geológica da Terra e da mãe Gaia, na elaboração de novas malhas magnéticas de amor e reprocessamento das linhas geopáticas mal qualificadas.

43º RAIO COBALTO CALIPSO

■Arcanjo Distribuidor: EMANNUEL e QUÂNTICA

■Desenvolve: Representa a vontade do Supremo , poder e força do Pai-Mãe celestial absoluto das altas esferas acima das realidades de Alfa & Omega, ou seja, do arquétipo central de HAVONA de onde são provenientes as energias multidimensionais do CRIADOR absoluto, até então codificado. Ele traz paz de espírito, segurança, alegria e uma certeza interna da nossa parcela divina através do nosso Ajustador de Pensamento (Takion) que esta inserido dentro da nossa Chama Trina, o que ajuda na purificação de todos os planos da criação, que atua no aspecto quântico da estrutura cósmica e do nosso corpo e corpos suprafisicos que são sustentados pelo nosso EU SOU. Um excelente Raio para meditações a ser empregado com o violeta e dourado, na requalificação dos nossos padrões mentais e emocionais, além da nossa própria espiritualidade.

44º RAIO CORAL METALIZADO TRANSPARENTE

■Arcanjo Distribuidor: YASHAFIR e MANU

■Desenvolve: Ativação e energização de todos os nossos centros energéticos em cada realidade dimensional onde se manifestam nossos corpos sutis e suprafisicos, em geral ele atua a partir da 4ª dimensão, de onde atua sobre os nossos 8 a 15 chacras entre o corpo físico duplo etérico e astral, o que ajuda na interação desses chacras físicos e etéricos. Na 5ª dimensão ele passa a ativas os chacras restantes, de 16 a 22 deles, fechando toda a malha magnética efetuando uma limpeza e centralização de códigos genéticos, que por as vez, baixam a central do GNA sagrado divino, que esta sendo religado em nossos corpos suprafisicos e gradualmente ancorados na fisicalidade, a medida que a Terra é atomizada e entra na freqüência de 4ª Dimensão em direção a 5ª D.

45º RAIO ESMERALDA CROMO CONCENTRADO

■Arcanjo Distribuidor: MANUEL e CJI-EL

■Distribuidor: Desenvolve a cura dos centros nervosos e glandulares dos seres vivo, ajudando no equilíbrio do coração. Esse raio na verdade é um otimizador das falanges do 5º Raio verde, atuando dentro de uma gama vibracional muito mais refinada em grandezas atômicas e quânticas muito menores que a radiação GAMA, indo até grandezas quânticas da ordem de 10- 23o que ajuda na interação do 5ª Raio dentro de parâmetros nunca antes inserido, dentro desse arquétipo, toda e energia do complexo verde entra na questão atômica e passa a desenvolver um trabalho de cura e ordenação dos filamentos do DNA e da geometria sagrada das ligações químicas que compõe o nosso corpo e a estrutura energética de todos os corpos multidimensionais ligados e sustentados pelo nosso Eu Sou, podendo atuar também com nosso corpo Morontial ou Merkaba pessoal.

46º RAIO LUZ TURQUEZA MAXIM

■Arcanjo Distribuidor: MURIEL e ADRINEL

■Desenvolve: Ajuda na requalificação do nosso código genético e ativação dos 12, 13 e 17 filamentos para a configuração do GNA, que já esta presente em diversas crianças com 20 e 24 bases nitrogenadas, já identificadas desde 1983. este raio interage com os ouros de otimização do nosso DNA, mas atua especificamente no aspecto genético junto a nosso Eu Superior, para baixar os códigos e registros pessoais de cada um de nossos corpos sutis. Portanto ele é específico para nossa reprogramação pessoal de DNA, efetuando um ajuste pessoal e intransferível, o que ajuda na remoção de INTRANTES que se apoderaram de corpos humanos sem a autorização, ajudando na cura dos malefícios deixados pelos chips e instrumentos degenerativos de controle emocional e mental que os Grays e seus amigos colaboradores em inserido em suas cobaias. Esse raio te sido utilizado com sucesso no sistema de Procyon, depois da grande invasão Gray que levou a uma guerra e aprisionamento dos humanos adâmicos desse sistema, que ingenuamente aceitaram o pedido de ajuda dos Grays e Zetas. Portanto podemos trabalhar esse raio para desativação de Chips e instrumentos e regenerar o verdadeiro código do nosso DNA, pois ele ajuda a baixar os registros originais do nosso EU SOU, que possui a matriz original e incorruptível dos nossos corpos divinos.

47º RAIO MAGENTA CINTILANTE

■Arcanjo Distribuidor: ALMA e CONSCIÊNCIA

■Desenvolve: purificador dos corpos superiores justamente em acoplamento as energias dos outros raios e do anterior 46, para a harmonização das energias negativas que tenham se apoderado dos nossos corpos sutis, o que ajuda a criar no corpo físico uma egregore similar ao raio violeta-rosado, que é um magenta comum em nossa escala de cores. Esta energia ajuda na restauração das funções orgânicas década arquétipo espiritual dos nossos órgãos físicos, a partir do modelo perfeito do Eu Superior e dos corpos suprafisicos, tendo que ser usado e conjunto com as ouras cores para uma rápida assimilação e orientação em meditações unto ao nosso mentor pessoal espiritual ou mestre Ascenso que nos assiste.

48º RAIO SEIVA MARINHO TRANSPARENTE

■Arcanjo Distribuidor: ANTONEL

■Mestre: LADY MARINHA

■Desenvolve: Aumenta o poder psíquico e equilibra as emoções, ajudando em diversos processos de mudança conciencial dentro da jornada espiritual na busca do conhecimento, mito ligado ao arquétipo do símbolo Tanaron de cura Quântica, este raio vem ajudando na restauração do bom senso e de uma purificação das egregoras da nossa intuição, ele faz uma limpeza e ancoramento de energias mais harmônicas e nossa psique e emocional, o que nos deixa mais ancorados e capazes para superar nossas dificuldades internas. Com esse raio podemos conectar nossa alma ao Espírito Santo e conhecer um pouco do universo que somos e das outras realidades a qual pertencemos e ainda vamos atuar em realidades paralelas ainda não manifestadas em nossa dimensionalidade e espaço-tempo. É um raio de Micah e de todas as energias concentradas dos outros raios anteriores.

49º RAIO LUZ DIVINA
(translúcido, incandescente, fluorescente)

■Arcanjo Distribuidor: CRISTAL e LUZ

■Desenvolve: Eleva nosso espírito para o entendimento do nosso despertar de consciência, de como pertencemos a um elaborado esquema holográfico de aprendizagem da nossa própria dualidade e polaridade conciencial. Ajuda na compreensão das nossas relações com o cosmos e com a natureza e na reconexão das famílias estelares, que se perderam pelo exílio de consciência, ajuda na elevação da nossa consciência e, iluminação, ascensão suprema e no reconhecimento da nossa própria divindade, como parte do supremo na qual nosso Divino Espírito Santo é, esse raio e um criador regente do nosso grande Sol Central, que esta ligado as outras realidades superiores da criação.

Violetas na Janela é um romance espírita, presumivelmente narrado pelo espírito "Patrícia" e psicografado pela médium Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho. Publicado pela Petit Editora, da cidade de São Paulo no ano 1993.

 Sinopse

Pátrícia Braghini era uma jovem espírita de 19 anos, filha de José Carlos Braghini e Anézia Alba Marinzeck Braghini, que morreu após um acidente vascular cerebral em sua casa.
O enredo do livro Violetas na Janela é narrado pela jovem já desencarnada, através de sua tia, que assina a psicografia e participa de diversas passagens do mesmo. Segundo a psicografia, Patrícia, após a morte, foi resgatada por "amigos espirituais" que a levaram para a colônia espiritual chamada Colônia São Sebastião, que segundo os espíritas é uma das colônias espirituais situadas sobre a cidade de São Sebastião do Paraíso.
Patrícia reencontra no plano espiritual Amaziles (sua avó) e um grande amor de outras vidas, Frederico, além das entidades Arthur, Maurício e Antônio Carlos, que ajudam Patrícia a se adaptar à vida na colônia. Patrícia aprende a controlar a saudade durante suas visitas ao antigo lar e mandar recados para os entes queridos através da psicografia de sua tia Vera.
Patrícia ouve conselhos de diversos moradores desencarnados da colônia e depoimentos de suas vidas pessoais quando encarnados na Terra, passa a ajudar Frederico em seu consultório e logo é convidada pelos seus amigos a trabalhar em favor de pessoas recém desencarnadas no centro espírita presidido por seu pai, José Carlos.[right-post]

O Brasil e Itália são palco do romance A vida sabe o que faz, um livro mais de Zibia Gasparetto, publicado pela Editora Vida & Consciência. A história de Isabel e Carlos envolve acontecimentos intensos, sonhos misteriosos, momentos de aprendizado e a confiança em um destino mais feliz para aqueles que estão dispostos a ouvir seus corações. Às vésperas de completar 85 anos, Zibia presenteia seus leitores com mais uma história de superação e amor.

 Sinopse

O jovem Carlos, combatente na II Guerra Mundial, é dado como morto, mas retorna ao Brasil depois de cinco anos desaparecido, para surpresa de Isabel, a moça com quem havia prometido se casar. Isabel, depois de anos de luto por causa dele, queria refazer sua vida ao lado de Gilberto. Sentimentos, expectativas e desencontros conduzem a história desses personagens e de suas famílias. Nas entrelinhas, subsiste a mensagem de que, se as respostas não estão claras, é melhor ter calma e dar um tempo para a vida – ela sempre sabe o que faz.

Com prosa ritmada e ágil, o texto descortina experiências pessoais em profundidade, narradas por Lucius, guia espiritual de Zibia. Os diálogos reforçam a sensação de que as pessoas envolvidas nesta emocionante história são ligadas por laços muito fortes, estabelecidos em outras vidas. E, com a descoberta da espiritualidade, eles próprios – Isabel, Carlos e aqueles que os cercam – vão descobrir a importância desses laços para a evolução de cada um. [right-post]

Tenho a agradável oportunidade de apresentar para vocês um livro que relata uma das histórias más interessantes escritas pela Escritora Espiritualista brasileira Zibia Gasparetto.
Zibia neste livro coloca os ciúmes como parte dos maiores problemas que enfrentamos em uma relação amorosa.
Sem dúvida há quem pense que sentir ciúme é provar que se ama ardentemente. Até descobrir que ele transforma a sua vida amorosa em dolorosa tragédia, que termina em uma amarga separação. Se fizermos as contas, perceberemos que sofremos mais com as pessoas que amamos do que com aquelas que nos odeiam. O que você chama de amor não será apenas paixão? Você vive se inferiorizando por não conseguir atingir os seus vaidosos ideais e sempre escolhe alguém que terá a temível tarefa de fazê-lo sentir-se melhor. Tortura essa pessoa para que ela lhe dê uma exaustiva atenção, a mesma que você se nega. Luta para ser o dono absoluto do outro, como se o fato de gostar lhe desse esse direito. Esta história o fará refletir sobre o falso e o verdadeiro amor e perceber que a vida afetiva é um constante exercício de auto domínio. No final descobriremos que só possuímos a nós mesmos, pois Ninguém É De Ninguém.

Sinopse

Neste livro vemos como um casal aprende de formas inusitadas e através de duras lições, o que é realmente uma relação e o que os ciúmes podem causar.
Gabriela cuida da casa, dos filhos e ainda trabalha fora no entanto seu marido Roberto nunca esta satisfeito sempre querendo que a esposa cumpra seu papel de domestica e cuide apenas dos filhos, deixando o trabalho de lado para focar-se no papel de "mãe". Até que um golpe que ele leva de seu sócio faz com que perca todo o dinheiro e passe a viver as custas da esposa o que para ele é o pior desastre do mundo, tudo na vida dele começa a ser só lamuria, sofrimento, tristeza.
No começo sua esposa compreende, mas depois de um tempo ela começa a querer e exigir que ele reaja levante a cabeça e continue a vida. No entanto ele não consegue e só pensa em vingança, na triste situação em que se encontra mas sem nada fazer para mudar, começa a ter um ciúme possessivo da mulher e não percebe que com essa atitude ele mesmo é quem a esta afastando dele próprio, chegando a se juntar a esposa do chefe de Gabriela uma mulher maluca que morre de ciúmes do marido por pensar que ele e Gabriela têm um caso, convertendo tudo numa trágica cena onde o arrependimento e a loucura causada pelos ciúmes geram uma amarga tragédia.

Whats in your bag, PR Girl
Slowly she drifted to the southeast, rising higher and higher as the flames ate away her wooden parts and diminished the weight upon her. Ascending to the roof of the building I watched her for hours, until finally she was lost in the dim vistas of the distance. The sight was awe-inspiring in the extreme as one contemplated this mighty floating funeral pyre, drifting unguided and unmanned through the lonely wastes of the Martian heavens; a derelict of death and destruction, typifying the life story of these strange and ferocious creatures into whose unfriendly hands fate had carried it.

Much depressed, and, to me, unaccountably so, I slowly descended to the street. The scene I had witnessed seemed to mark the defeat and annihilation of the forces of a kindred people, rather than the routing by our green warriors of a horde of similar, though unfriendly, creatures. I could not fathom the seeming hallucination, nor could I free myself from it; but somewhere in the innermost recesses of my soul I felt a strange yearning toward these unknown foemen, and a mighty hope surged through me that the fleet would return and demand a reckoning from the green warriors who had so ruthlessly and wantonly attacked it.

Close at my heel, in his now accustomed place, followed Woola, the hound, and as I emerged upon the street Sola rushed up to me as though I had been the object of some search on her part. The cavalcade was returning to the plaza, the homeward march having been given up for that day; nor, in fact, was it recommenced for more than a week, owing to the fear of a return attack by the air craft.

Lorquas Ptomel was too astute an old warrior to be caught upon the open plains with a caravan of chariots and children, and so we remained at the deserted city until the danger seemed passed.

As Sola and I entered the plaza a sight met my eyes which filled my whole being with a great surge of mingled hope, fear, exultation, and depression, and yet most dominant was a subtle sense of relief and happiness; for just as we neared the throng of Martians I caught a glimpse of the prisoner from the battle craft who was being roughly dragged into a nearby building by a couple of green Martian females.

And the sight which met my eyes was that of a slender, girlish figure, similar in every detail to the earthly women of my past life. She did not see me at first, but just as she was disappearing through the portal of the building which was to be her prison she turned, and her eyes met mine. Her face was oval and beautiful in the extreme, her every feature was finely chiseled and exquisite, her eyes large and lustrous and her head surmounted by a mass of coal black, waving hair, caught loosely into a strange yet becoming coiffure. Her skin was of a light reddish copper color, against which the crimson glow of her cheeks and the ruby of her beautifully molded lips shone with a strangely enhancing effect.

She was as destitute of clothes as the green Martians who accompanied her; indeed, save for her highly wrought ornaments she was entirely naked, nor could any apparel have enhanced the beauty of her perfect and symmetrical figure.

As her gaze rested on me her eyes opened wide in astonishment, and she made a little sign with her free hand; a sign which I did not, of course, understand. Just a moment we gazed upon each other, and then the look of hope and renewed courage which had glorified her face as she discovered me, faded into one of utter dejection, mingled with loathing and contempt. I realized I had not answered her signal, and ignorant as I was of Martian customs, I intuitively felt that she had made an appeal for succor and protection which my unfortunate ignorance had prevented me from answering. And then she was dragged out of my sight into the depths of the deserted edifice.

As I came back to myself I glanced at Sola, who had witnessed this encounter and I was surprised to note a strange expression upon her usually expressionless countenance. What her thoughts were I did not know, for as yet I had learned but little of the Martian tongue; enough only to suffice for my daily needs.

As I reached the doorway of our building a strange surprise awaited me. A warrior approached bearing the arms, ornaments, and full accouterments of his kind. These he presented to me with a few unintelligible words, and a bearing at once respectful and menacing.[full-post]

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This midnight-spout had almost grown a forgotten thing, when, some days after, lo! at the same silent hour, it was again announced: again it was descried by all; but upon making sail to overtake it, once more it disappeared as if it had never been. And so it served us night after night, till no one heeded it but to wonder at it. Mysteriously jetted into the clear moonlight, or starlight, as the case might be; disappearing again for one whole day, or two days, or three; and somehow seeming at every distinct repetition to be advancing still further and further in our van, this solitary jet seemed for ever alluring us on.

Nor with the immemorial superstition of their race, and in accordance with the preternaturalness, as it seemed, which in many things invested the Pequod, were there wanting some of the seamen who swore that whenever and wherever descried; at however remote times, or in however far apart latitudes and longitudes, that unnearable spout was cast by one self-same whale; and that whale, Moby Dick. For a time, there reigned, too, a sense of peculiar dread at this flitting apparition, as if it were treacherously beckoning us on and on, in order that the monster might turn round upon us, and rend us at last in the remotest and most savage seas.

These temporary apprehensions, so vague but so awful, derived a wondrous potency from the contrasting serenity of the weather, in which, beneath all its blue blandness, some thought there lurked a devilish charm, as for days and days we voyaged along, through seas so wearily, lonesomely mild, that all space, in repugnance to our vengeful errand, seemed vacating itself of life before our urn-like prow.

But, at last, when turning to the eastward, the Cape winds began howling around us, and we rose and fell upon the long, troubled seas that are there; when the ivory-tusked Pequod sharply bowed to the blast, and gored the dark waves in her madness, till, like showers of silver chips, the foam-flakes flew over her bulwarks; then all this desolate vacuity of life went away, but gave place to sights more dismal than before.

Close to our bows, strange forms in the water darted hither and thither before us; while thick in our rear flew the inscrutable sea-ravens. And every morning, perched on our stays, rows of these birds were seen; and spite of our hootings, for a long time obstinately clung to the hemp, as though they deemed our ship some drifting, uninhabited craft; a thing appointed to desolation, and therefore fit roosting-place for their homeless selves. And heaved and heaved, still unrestingly heaved the black sea, as if its vast tides were a conscience; and the great mundane soul were in anguish and remorse for the long sin and suffering it had bred.

Cape of Good Hope, do they call ye? Rather Cape Tormentoto, as called of yore; for long allured by the perfidious silences that before had attended us, we found ourselves launched into this tormented sea, where guilty beings transformed into those fowls and these fish, seemed condemned to swim on everlastingly without any haven in store, or beat that black air without any horizon. But calm, snow-white, and unvarying; still directing its fountain of feathers to the sky; still beckoning us on from before, the solitary jet would at times be descried.

During all this blackness of the elements, Ahab, though assuming for the time the almost continual command of the drenched and dangerous deck, manifested the gloomiest reserve; and more seldom than ever addressed his mates. In tempestuous times like these, after everything above and aloft has been secured, nothing more can be done but passively to await the issue of the gale. Then Captain and crew become practical fatalists. So, with his ivory leg inserted into its accustomed hole, and with one hand firmly grasping a shroud, Ahab for hours and hours would stand gazing dead to windward, while an occasional squall of sleet or snow would all but congeal his very eyelashes together. Meantime, the crew driven from the forward part of the ship by the perilous seas that burstingly broke over its bows, stood in a line along the bulwarks in the waist; and the better to guard against the leaping waves, each man had slipped himself into a sort of bowline secured to the rail, in which he swung as in a loosened belt. Few or no words were spoken; and the silent ship, as if manned by painted sailors in wax, day after day tore on through all the swift madness and gladness of the demoniac waves. By night the same muteness of humanity before the shrieks of the ocean prevailed; still in silence the men swung in the bowlines; still wordless Ahab stood up to the blast. Even when wearied nature seemed demanding repose he would not seek that repose in his hammock. Never could Starbuck forget the old man's aspect, when one night going down into the cabin to mark how the barometer stood, he saw him with closed eyes sitting straight in his floor-screwed chair; the rain and half-melted sleet of the storm from which he had some time before emerged, still slowly dripping from the unremoved hat and coat. On the table beside him lay unrolled one of those charts of tides and currents which have previously been spoken of. His lantern swung from his tightly clenched hand. Though the body was erect, the head was thrown back so that the closed eyes were pointed towards the needle of the tell-tale that swung from a beam in the ceiling.* [right-side]


"In spite of all these diseases, and of all the new ones that continued to arise, there were more and more men in the world. This was because it was easy to get food. The easier it was to get food, the more men there were; the more men there were, the more thickly were they packed together on the earth; and the more thickly they were packed, the more new kinds of germs became diseases. There were warnings. Soldervetzsky, as early as 1929, told the bacteriologists that they had no guaranty against some new disease, a thousand times more deadly than any they knew, arising and killing by the hundreds of millions and even by the billion. You see, the micro-organic world remained a mystery to the end. They knew there was such a world, and that from time to time armies of new germs emerged from it to kill men.

"And that was all they knew about it. For all they knew, in that invisible micro-organic world there might be as many different kinds of germs as there are grains of sand on this beach. And also, in that same invisible world it might well be that new kinds of germs came to be. It might be there that life originated—the 'abysmal fecundity,' Soldervetzsky called it, applying the words of other men who had written before him...."

It was at this point that Hare-Lip rose to his feet, an expression of huge contempt on his face.
"Granser," he announced, "you make me sick with your gabble. Why don't you tell about the Red Death? If you ain't going to, say so, an' we'll start back for camp."

The old man looked at him and silently began to cry. The weak tears of age rolled down his cheeks and all the feebleness of his eighty-seven years showed in his grief-stricken countenance.

"Sit down," Edwin counselled soothingly. "Granser's all right. He's just gettin' to the Scarlet Death, ain't you, Granser? He's just goin' to tell us about it right now. Sit down, Hare-Lip. Go ahead, Granser."

The old man wiped the tears away on his grimy knuckles and took up the tale in a tremulous, piping voice that soon strengthened as he got the swing of the narrative.

"It was in the summer of 2013 that the Plague came. I was twenty-seven years old, and well do I remember it. Wireless despatches—"
Hare-Lip spat loudly his disgust, and Granser hastened to make amends.

"We talked through the air in those days, thousands and thousands of miles. And the word came of a strange disease that had broken out in New York. There were seventeen millions of people living then in that noblest city of America. Nobody thought anything about the news. It was only a small thing. There had been only a few deaths. It seemed, though, that they had died very quickly, and that one of the first signs of the disease was the turning red of the face and all the body. Within twenty-four hours came the report of the first case in Chicago. And on the same day, it was made public that London, the greatest city in the world, next to Chicago, had been secretly fighting the plague for two weeks and censoring the news despatches—that is, not permitting the word to go forth to the rest of the world that London had the plague. [left-side]


During the first days, they went along smoothly enough. The sea was not very unpropitious, the wind seemed stationary in the north-east, the sails were hoisted, and the Henrietta ploughed across the waves like a real trans-Atlantic steamer.

Passepartout was delighted. His master's last exploit, the consequences of which he ignored, enchanted him. Never had the crew seen so jolly and dexterous a fellow. He formed warm friendships with the sailors, and amazed them with his acrobatic feats. He thought they managed the vessel like gentlemen, and that the stokers fired up like heroes. His loquacious good-humour infected everyone. He had forgotten the past, its vexations and delays. He only thought of the end, so nearly accomplished; and sometimes he boiled over with impatience, as if heated by the furnaces of the Henrietta. Often, also, the worthy fellow revolved around Fix, looking at him with a keen, distrustful eye; but he did not speak to him, for their old intimacy no longer existed.

Fix, it must be confessed, understood nothing of what was going on. The conquest of the Henrietta, the bribery of the crew, Fogg managing the boat like a skilled seaman, amazed and confused him. He did not know what to think. For, after all, a man who began by stealing fifty-five thousand pounds might end by stealing a vessel; and Fix was not unnaturally inclined to conclude that the Henrietta under Fogg's command, was not going to Liverpool at all, but to some part of the world where the robber, turned into a pirate, would quietly put himself in safety. The conjecture was at least a plausible one, and the detective began to seriously regret that he had embarked on the affair.
As for Captain Speedy, he continued to howl and growl in his cabin; and Passepartout, whose duty it was to carry him his meals, courageous as he was, took the greatest precautions. Mr. Fogg did not seem even to know that there was a captain on board.

On the 13th they passed the edge of the Banks of Newfoundland, a dangerous locality; during the winter, especially, there are frequent fogs and heavy gales of wind. Ever since the evening before the barometer, suddenly falling, had indicated an approaching change in the atmosphere; and during the night the temperature varied, the cold became sharper, and the wind veered to the south-east.
This was a misfortune. Mr. Fogg, in order not to deviate from his course, furled his sails and increased the force of the steam; but the vessel's speed slackened, owing to the state of the sea, the long waves of which broke against the stern. She pitched violently, and this retarded her progress. The breeze little by little swelled into a tempest, and it was to be feared that the Henrietta might not be able to maintain herself upright on the waves.

Passepartout's visage darkened with the skies, and for two days the poor fellow experienced constant fright. But Phileas Fogg was a bold mariner, and knew how to maintain headway against the sea; and he kept on his course, without even decreasing his steam. The Henrietta, when she could not rise upon the waves, crossed them, swamping her deck, but passing safely. Sometimes the screw rose out of the water, beating its protruding end, when a mountain of water raised the stern above the waves; but the craft always kept straight ahead.

"You're a queer un, Granser, talking about things you can't see. If you can't see 'em, how do you know they are? That's what I want to know. How do you know anything you can't see?"
The wind, however, did not grow as boisterous as might have been feared; it was not one of those tempests which burst, and rush on with a speed of ninety miles an hour. It continued fresh, but, unhappily, it remained obstinately in the south-east, rendering the sails useless.

The 16th of December was the seventy-fifth day since Phileas Fogg's departure from London, and the Henrietta had not yet been seriously delayed. Half of the voyage was almost accomplished, and the worst localities had been passed. In summer, success would have been well-nigh certain. In winter, they were at the mercy of the bad season. Passepartout said nothing; but he cherished hope in secret, and comforted himself with the reflection that, if the wind failed them, they might still count on the steam.

On this day the engineer came on deck, went up to Mr. Fogg, and began to speak earnestly with him. Without knowing why it was a presentiment, perhaps Passepartout became vaguely uneasy. He would have given one of his ears to hear with the other what the engineer was saying. He finally managed to catch a few words, and was sure he heard his master say, "You are certain of what you tell me?"

My brother noticed a pale grey smoke or haze rising among the houses in front of them, and veiling the white facade of a terrace beyond the road that appeared between the backs of the villas. Mrs. Elphinstone suddenly cried out at a number of tongues of smoky red flame leaping up above the houses in front of them against the hot, blue sky. The tumultuous noise resolved itself now into the disorderly mingling of many voices, the gride of many wheels, the creaking of waggons, and the staccato of hoofs. The lane came round sharply not fifty yards from the crossroads.

"Good heavens!" cried Mrs. Elphinstone. "What is this you are driving us into?"
My brother stopped.

For the main road was a boiling stream of people, a torrent of human beings rushing northward, one pressing on another. A great bank of dust, white and luminous in the blaze of the sun, made everything within twenty feet of the ground grey and indistinct and was perpetually renewed by the hurrying feet of a dense crowd of horses and of men and women on foot, and by the wheels of vehicles of every description.

"Way!" my brother heard voices crying. "Make way!"

It was like riding into the smoke of a fire to approach the meeting point of the lane and road; the crowd roared like a fire, and the dust was hot and pungent. And, indeed, a little way up the road a villa was burning and sending rolling masses of black smoke across the road to add to the confusion.

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Two men came past them. Then a dirty woman, carrying a heavy bundle and weeping. A lost retriever dog, with hanging tongue, circled dubiously round them, scared and wretched, and fled at my brother's threat.

So much as they could see of the road Londonward between the houses to the right was a tumultuous stream of dirty, hurrying people, pent in between the villas on either side; the black heads, the crowded forms, grew into distinctness as they rushed towards the corner, hurried past, and merged their individuality again in a receding multitude that was swallowed up at last in a cloud of dust.
"Go on! Go on!" cried the voices. "Way! Way!"

One man's hands pressed on the back of another. My brother stood at the pony's head. Irresistibly attracted, he advanced slowly, pace by pace, down the lane.

"To think of it! I've seen this beach alive with men, women, and children on a pleasant Sunday. And there weren't any bears to eat them up, either. And right up there on the cliff was a big restaurant where you could get anything you wanted to eat. Four million people lived in San Francisco then. And now, in the whole city and county there aren't forty all told. And out there on the sea were ships and ships always to be seen, going in for the Golden Gate or coming out. And airships in the air—dirigibles and flying machines. They could travel two hundred miles an hour. The mail contracts with the New York and San Francisco Limited demanded that for the minimum. There was a chap, a Frenchman, I forget his name, who succeeded in making three hundred; but the thing was risky, too risky for conservative persons. But he was on the right clew, and he would have managed it if it hadn't been for the Great Plague. When I was a boy, there were men alive who remembered the coming of the first aeroplanes, and now I have lived to see the last of them, and that sixty years ago."

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The old man babbled on, unheeded by the boys, who were long accustomed to his garrulousness, and whose vocabularies, besides, lacked the greater portion of the words he used. It was noticeable that in these rambling soliloquies his English seemed to recrudesce into better construction and phraseology. But when he talked directly with the boys it lapsed, largely, into their own uncouth and simpler forms.

"But there weren't many crabs in those days," the old man wandered on. "They were fished out, and they were great delicacies. The open season was only a month long, too. And now crabs are accessible the whole year around. Think of it—catching all the crabs you want, any time you want, in the surf of the Cliff House beach!"

A sudden commotion among the goats brought the boys to their feet. The dogs about the fire rushed to join their snarling fellow who guarded the goats, while the goats themselves stampeded in the direction of their human protectors. A half dozen forms, lean and gray, glided about on the sand hillocks and faced the bristling dogs. Edwin arched an arrow that fell short. But Hare-Lip, with a sling such as David carried into battle against Goliath, hurled a stone through the air that whistled from the speed of its flight. It fell squarely among the wolves and caused them to slink away toward the dark depths of the eucalyptus forest.

Yet so vain is man, and so blinded by his vanity, that no writer, up to the very end of the nineteenth century, expressed any idea that intelligent life might have developed there far, or indeed at all, beyond its earthly level. Nor was it generally understood that since Mars is older than our earth, with scarcely a quarter of the superficial area and remoter from the sun, it necessarily follows that it is not only more distant from time's beginning but nearer its end.

The secular cooling that must someday overtake our planet has already gone far indeed with our neighbour. Its physical condition is still largely a mystery, but we know now that even in its equatorial region the midday temperature barely approaches that of our coldest winter. Its air is much more attenuated than ours, its oceans have shrunk until they cover but a third of its surface, and as its slow seasons change huge snowcaps gather and melt about either pole and periodically inundate its temperate zones. That last stage of exhaustion, which to us is still incredibly remote, has become a present-day problem for the inhabitants of Mars. The immediate pressure of necessity has brightened their intellects, enlarged their powers, and hardened their hearts. And looking across space with instruments, and intelligences such as we have scarcely dreamed of, they see, at its nearest distance only 35,000,000 of miles sunward of them, a morning star of hope, our own warmer planet, green with vegetation and grey with water, with a cloudy atmosphere eloquent of fertility, with glimpses through its drifting cloud wisps of broad stretches of populous country and narrow, navy-crowded seas.

And we men, the creatures who inhabit this earth, must be to them at least as alien and lowly as are the monkeys and lemurs to us. The intellectual side of man already admits that life is an incessant struggle for existence, and it would seem that this too is the belief of the minds upon Mars. Their world is far gone in its cooling and this world is still crowded with life, but crowded only with what they regard as inferior animals. To carry warfare sunward is, indeed, their only escape from the destruction that, generation after generation, creeps upon them.

And before we judge of them too harshly we must remember what ruthless and utter destruction our own species has wrought, not only upon animals, such as the vanished bison and the dodo, but upon its inferior races. The Tasmanians, in spite of their human likeness, were entirely swept out of existence in a war of extermination waged by European immigrants, in the space of fifty years. Are we such apostles of mercy as to complain if the Martians warred in the same spirit?

Madame Tussaud's "people," let it be said, are of wax, and are much visited in London; speech is all that is wanting to make them human.
The church bells were ringing for evensong, and a squad of Salvation Army lassies came singing down Waterloo Road. On the bridge a number of loafers were watching a curious brown scum that came drifting down the stream in patches. The sun was just setting, and the Clock Tower and the Houses of Parliament rose against one of the most peaceful skies it is possible to imagine, a sky of gold, barred with long transverse stripes of reddish-purple cloud. There was talk of a floating body. One of the men there, a reservist he said he was, told my brother he had seen the heliograph flickering in the west.

  • Two first-class tickets for Paris having been speedily purchased, Mr
  • Fogg was crossing the station to the train, when he perceived his five friends of the Reform
  • "Well, gentlemen," said he, "I'm off, you see; and, if you will examine my passport when I get back, you will be able to judge whether I have accomplished the journey agreed upon
  • " "Oh, that would be quite unnecessary, Mr
  • Fogg," said Ralph politely
In Wellington Street my brother met a couple of sturdy roughs who had just been rushed out of Fleet Street with still-wet newspapers and staring placards. "Dreadful catastrophe!" they bawled one to the other down Wellington Street. "Fighting at Weybridge! Full description! Repulse of the Martians! London in Danger!" He had to give threepence for a copy of that paper.

Then it was, and then only, that he realised something of the full power and terror of these monsters. He learned that they were not merely a handful of small sluggish creatures, but that they were minds swaying vast mechanical bodies; and that they could move swiftly and smite with such power that even the mightiest guns could not stand against them.

There was a dead silence instantly, and Alice thought to herself, 'I wonder what they WILL do next! If they had any sense, they'd take the roof off.' After a minute or two, they began moving about again, and Alice heard the Rabbit say, 'A barrowful will do, to begin with.'

'A barrowful of WHAT?' thought Alice; but she had not long to doubt, for the next moment a shower of little pebbles came rattling in at the window, and some of them hit her in the face. 'I'll put a stop to this,' she said to herself, and shouted out, 'You'd better not do that again!' which produced another dead silence.

Alice noticed with some surprise that the pebbles were all turning into little cakes as they lay on the floor, and a bright idea came into her head. 'If I eat one of these cakes,' she thought, 'it's sure to make SOME change in my size; and as it can't possibly make me larger, it must make me smaller, I suppose.'


So she swallowed one of the cakes, and was delighted to find that she began shrinking directly. As soon as she was small enough to get through the door, she ran out of the house, and found quite a crowd of little animals and birds waiting outside. The poor little Lizard, Bill, was in the middle, being held up by two guinea-pigs, who were giving it something out of a bottle. They all made a rush at Alice the moment she appeared; but she ran off as hard as she could, and soon found herself safe in a thick wood.

'The first thing I've got to do,' said Alice to herself, as she wandered about in the wood, 'is to grow to my right size again; and the second thing is to find my way into that lovely garden. I think that will be the best plan.'

It sounded an excellent plan, no doubt, and very neatly and simply arranged; the only difficulty was, that she had not the smallest idea how to set about it; and while she was peering about anxiously among the trees, a little sharp bark just over her head made her look up in a great hurry.
An enormous puppy was looking down at her with large round eyes, and feebly stretching out one paw, trying to touch her. 'Poor little thing!' said Alice, in a coaxing tone, and she tried hard to whistle to it; but she was terribly frightened all the time at the thought that it might be hungry, in which case it would be very likely to eat her up in spite of all her coaxing.

Hardly knowing what she did, she picked up a little bit of stick, and held it out to the puppy; whereupon the puppy jumped into the air off all its feet at once, with a yelp of delight, and rushed at the stick, and made believe to worry it; then Alice dodged behind a great thistle, to keep herself from being run over; and the moment she appeared on the other side, the puppy made another rush at the stick, and tumbled head over heels in its hurry to get hold of it; then Alice, thinking it was very like having a game of play with a cart-horse, and expecting every moment to be trampled under its feet, ran round the thistle again; then the puppy began a series of short charges at the stick, running a very little way forwards each time and a long way back, and barking hoarsely all the while, till at last it sat down a good way off, panting, with its tongue hanging out of its mouth, and its great eyes half shut.
This seemed to Alice a good opportunity for making her escape; so she set off at once, and ran till she was quite tired and out of breath, and till the puppy's bark sounded quite faint in the distance.

'And yet what a dear little puppy it was!' said Alice, as she leant against a buttercup to rest herself, and fanned herself with one of the leaves: 'I should have liked teaching it tricks very much, if—if I'd only been the right size to do it! Oh dear! I'd nearly forgotten that I've got to grow up again! Let me see—how IS it to be managed? I suppose I ought to eat or drink something or other; but the great question is, what?'

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As I walked, my eyes were bent upon the beach so that it was not until I had come quite upon it that I discovered that which shattered all my beautiful dream of solitude and safety and peace and primal overlordship. The thing was a hollowed log drawn upon the sands, and in the bottom of it lay a crude paddle.

The rude shock of awakening to what doubtless might prove some new form of danger was still upon me when I heard a rattling of loose stones from the direction of the bluff, and turning my eyes in that direction I beheld the author of the disturbance, a great copper-colored man, running rapidly toward me.

There was that in the haste with which he came which seemed quite sufficiently menacing, so that I did not need the added evidence of brandishing spear and scowling face to warn me that I was in no safe position, but whither to flee was indeed a momentous question.

The speed of the fellow seemed to preclude the possibility of escaping him upon the open beach. There was but a single alternative—the rude skiff—and with a celerity which equaled his, I pushed the thing into the sea and as it floated gave a final shove and clambered in over the end.

A cry of rage rose from the owner of the primitive craft, and an instant later his heavy, stone-tipped spear grazed my shoulder and buried itself in the bow of the boat beyond. Then I grasped the paddle, and with feverish haste urged the awkward, wobbly thing out upon the surface of the sea.

A glance over my shoulder showed me that the copper-colored one had plunged in after me and was swimming rapidly in pursuit. His mighty strokes bade fair to close up the distance between us in short order, for at best I could make but slow progress with my unfamiliar craft, which nosed stubbornly in every direction but that which I desired to follow, so that fully half my energy was expended in turning its blunt prow back into the course.

I had covered some hundred yards from shore when it became evident that my pursuer must grasp the stern of the skiff within the next half-dozen strokes. In a frenzy of despair, I bent to the grandfather of all paddles in a hopeless effort to escape, and still the copper giant behind me gained and gained.
His hand was reaching upward for the stern when I saw a sleek, sinuous body shoot from the depths below. The man saw it too, and the look of terror that overspread his face assured me that I need have no further concern as to him, for the fear of certain death was in his look.

And then about him coiled the great, slimy folds of a hideous monster of that prehistoric deep—a mighty serpent of the sea, with fanged jaws, and darting forked tongue, with bulging eyes, and bony protuberances upon head and snout that formed short, stout horns.

As I looked at that hopeless struggle my eyes met those of the doomed man, and I could have sworn that in his I saw an expression of hopeless appeal. But whether I did or not there swept through me a sudden compassion for the fellow. He was indeed a brother-man, and that he might have killed me with pleasure had he caught me was forgotten in the extremity of his danger.
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